domingo, 29 de março de 2009

Ah Rubinho...

Eu acompanho a fórmula 1. Gosto. Não sei bem o porquê, mas gosto. Antes assistia, mas ficava um tanto incomodado pelo nada que acontecia nas corridas. Hoje, dificilmente fico entediado. É bem verdade que as corridas ganharam em emoção depois da aposentadoria do todo poderoso (e eternamente melhor de todos) Schumacher. Mas muitos ainda reclamam do marasmo do programa, eu não.

Nesse fim de semana a corrida foi as 3 da madrugada. Sim, acordei para ver, e pior, acho que valeu a pena! O grande destaque, claro, foi a escuderia Brown GP, que fez sua estréia, e conquistou a primeira fila da largada, e a dobradinha na corrida. Incrível! Tão "in-crível" quanto Barrichello...

Nunca gostei muito dele como piloto. Aceitando o segundo plano na era Schumacher e sempre parecendo não ter garra suficiente nos momentos que precisava, Rubinho parecia acabado em Dezembro passado. Sua aposentadoria saia sem sua vontade, e o apelo para continuar na ativa soaram quase infantis, como quem não se toca que já está indo tarde.

Eis que surge uma nova escuderia, ele é contratado como piloto, e na primeira corrida do ano, faz o segundo lugar no treino classificatório. É bem verdade que seu companheiro de equipe ficou em primeiro, e Barrichello manteve seu eterno papel de segundão. Mas a situação requeria certo respeito. Poxa, um cara que estava fora há três meses, volta dessa forma?! Será que ele não merece respeito, perguntei-me.

Mas então vem a largada, antes Rubinho diz que largar na frente era mais fácil. Largam. Por algum motivo, ele fica, e cai da segunda para décima (acho) posição... Pronto, volto a ter certeza, ela é um "pé de chinelo".

Mas como se já não bastassem reviravoltas para um único post, Barrichello termina a prova em segundo, fazendo a dobradinha da Brown... É bem verdade que a sorte estava do lado do brasileiro, mas caramba, será (de novo) que ele não merece respeito?!

Ó dúvida cruel...

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