Eu acompanho a fórmula 1. Gosto. Não sei bem o porquê, mas gosto. Antes assistia, mas ficava um tanto incomodado pelo nada que acontecia nas corridas. Hoje, dificilmente fico entediado. É bem verdade que as corridas ganharam em emoção depois da aposentadoria do todo poderoso (e eternamente melhor de todos) Schumacher. Mas muitos ainda reclamam do marasmo do programa, eu não.
Nesse fim de semana a corrida foi as 3 da madrugada. Sim, acordei para ver, e pior, acho que valeu a pena! O grande destaque, claro, foi a escuderia Brown GP, que fez sua estréia, e conquistou a primeira fila da largada, e a dobradinha na corrida. Incrível! Tão "in-crível" quanto Barrichello...
Nunca gostei muito dele como piloto. Aceitando o segundo plano na era Schumacher e sempre parecendo não ter garra suficiente nos momentos que precisava, Rubinho parecia acabado em Dezembro passado. Sua aposentadoria saia sem sua vontade, e o apelo para continuar na ativa soaram quase infantis, como quem não se toca que já está indo tarde.
Eis que surge uma nova escuderia, ele é contratado como piloto, e na primeira corrida do ano, faz o segundo lugar no treino classificatório. É bem verdade que seu companheiro de equipe ficou em primeiro, e Barrichello manteve seu eterno papel de segundão. Mas a situação requeria certo respeito. Poxa, um cara que estava fora há três meses, volta dessa forma?! Será que ele não merece respeito, perguntei-me.
Mas então vem a largada, antes Rubinho diz que largar na frente era mais fácil. Largam. Por algum motivo, ele fica, e cai da segunda para décima (acho) posição... Pronto, volto a ter certeza, ela é um "pé de chinelo".
Mas como se já não bastassem reviravoltas para um único post, Barrichello termina a prova em segundo, fazendo a dobradinha da Brown... É bem verdade que a sorte estava do lado do brasileiro, mas caramba, será (de novo) que ele não merece respeito?!
Ó dúvida cruel...
domingo, 29 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Vale-Cultura
Há uma lei sendo discutida no país. A Lei Rouanet de incentivo a cultura propõe, entre outras coisas, a criação do Vale-Cultura. Segundo o Ministro da área, Juca Ferreira o vale seria "muito semelhante ao vale-refeição. Só que em vez de alimentar o estômago vai alimentar o espírito e gerar benefício para área cultural". Esse vale seria no valor de R$ 50, sendo pago um tanto pela empresa, outro pelo governo, e outro pelo empregado. A proposta está sob consulta pública no site www.cultura. gov.br/reformada leirouanet.
Não participei da consulta. Não sei o que acho. A princípio a ideia é interessante, 50 reais garante certo acesso, ao menos para uma peça de teatro, duas entradas de cinema, ou um best-seller meia boca todo mês. A questão de como esse dinheiro seria gasto pela população (será que ela teria discernimento sobre o que ver, ler e ouvir?) fica até em segundo plano diante da questão: será que ela quer esse vale?
50 reais que obrigatoriamente devem ser investidos em cultura é, além de um assistencialismo ao extremo, bem ao moldes do que Stalin e Lênin seriam capazes de fazer, criar uma vale-cultura é exigir que o povo seja o que não é. Antes de alimentar qualquer espírito a grande massa precisa alimentar o corpo, e em seguida precisa se tornar consciente das possibilidades que podem se abrir através do cinema, teatro ou da literatura para então, emancipado, conhecedor de sua vontade pelo "cultural", reivindicar e criar seus acesso aos eventos dessa ordem.
Imposto de cima para baixo, esse vale diversão parece não apenas dizer ao povo com o que ele deve se divertir ou não, como também relembra a política do pão e circo, renomeados de Bolsa-Família e Vale-Cultura. O homem devia ser capaz de, a partir de seu trabalho, sustentar de forma adequada sua família, e ter acesso a diversas formas de cultura, uma vez que é isso que o identifica como ser pensante, curioso e reflexivo. E isso é alcançado de forma muito mais plena quando parte do indivíduo do que quando é feito através de políticas paternalistas, que são a pior forma de política que existe. O descaso de um governo ao menos gera certo inconformismo, o assistencialismo cria uma massa que aceita a ração dura e sem gosto que lhe é dada, e ainda aprende a respeitar o dono, mantendo a falsa impressão de que a ascensão social está logo ali.
Mas, uma família pobre de São Paulo, pode pegar esse dinheiro e numa sexta a noite ir ao Centro Cultural Fiesp e assistir a um espetáculo de alta qualidade. Será que não é um começo?
Não participei da consulta. Não sei o que acho. A princípio a ideia é interessante, 50 reais garante certo acesso, ao menos para uma peça de teatro, duas entradas de cinema, ou um best-seller meia boca todo mês. A questão de como esse dinheiro seria gasto pela população (será que ela teria discernimento sobre o que ver, ler e ouvir?) fica até em segundo plano diante da questão: será que ela quer esse vale?
50 reais que obrigatoriamente devem ser investidos em cultura é, além de um assistencialismo ao extremo, bem ao moldes do que Stalin e Lênin seriam capazes de fazer, criar uma vale-cultura é exigir que o povo seja o que não é. Antes de alimentar qualquer espírito a grande massa precisa alimentar o corpo, e em seguida precisa se tornar consciente das possibilidades que podem se abrir através do cinema, teatro ou da literatura para então, emancipado, conhecedor de sua vontade pelo "cultural", reivindicar e criar seus acesso aos eventos dessa ordem.
Imposto de cima para baixo, esse vale diversão parece não apenas dizer ao povo com o que ele deve se divertir ou não, como também relembra a política do pão e circo, renomeados de Bolsa-Família e Vale-Cultura. O homem devia ser capaz de, a partir de seu trabalho, sustentar de forma adequada sua família, e ter acesso a diversas formas de cultura, uma vez que é isso que o identifica como ser pensante, curioso e reflexivo. E isso é alcançado de forma muito mais plena quando parte do indivíduo do que quando é feito através de políticas paternalistas, que são a pior forma de política que existe. O descaso de um governo ao menos gera certo inconformismo, o assistencialismo cria uma massa que aceita a ração dura e sem gosto que lhe é dada, e ainda aprende a respeitar o dono, mantendo a falsa impressão de que a ascensão social está logo ali.
Mas, uma família pobre de São Paulo, pode pegar esse dinheiro e numa sexta a noite ir ao Centro Cultural Fiesp e assistir a um espetáculo de alta qualidade. Será que não é um começo?
domingo, 22 de março de 2009
O que dizer?
Vou ser sincero: começo o post sem saber o que dizer. É que me veio aquela sensação de domingo, aquela... Não sei explicar qual.
Não fiz muita coisa. O que salvou meu dia foi treinar kung fu, o que além de me tirar um pouco de casa, me recolocou nos exercícios físicos depois de alguns dias em descanso, me recompondo de uma gripe. Valeu a pena.
Mais tarde, minha mãe vem me dizer que precisa gastar ovos. Tinham muitos ovos em casa, e eles estragariam até o fim da semana. Então a idéia era usar para não jogar fora. Sem a empolgação habitual para a cozinha, escolhi a receita que mais pedia ovos: bolo-pudim. 4 ovos no bolo, 5 no pudim. Era a receita. Segundo meu pai, ficou parecendo uma omelete. Mole, e temperado com açúcar. O cheiro tomou a casa toda, e ao invés de jogar ovos fora, vamos ter que jogar a coisa toda (só não tive coragem de fazer isso hoje, mas amanhã certamente).
Ah sim, vi o jogo também! Corinthians 1 x Santos 0, joguinho. E ainda sobrou tempo para mais cenas de violência nos estádios, no final do jogo. Culpa de diversos processos históricos fadados a se perpetuarem, e também de um juiz que quis aparecer mais que o jogo, e acabou contribuindo para a irritação dos torcedores.
No mais... Domingo...
Não fiz muita coisa. O que salvou meu dia foi treinar kung fu, o que além de me tirar um pouco de casa, me recolocou nos exercícios físicos depois de alguns dias em descanso, me recompondo de uma gripe. Valeu a pena.
Mais tarde, minha mãe vem me dizer que precisa gastar ovos. Tinham muitos ovos em casa, e eles estragariam até o fim da semana. Então a idéia era usar para não jogar fora. Sem a empolgação habitual para a cozinha, escolhi a receita que mais pedia ovos: bolo-pudim. 4 ovos no bolo, 5 no pudim. Era a receita. Segundo meu pai, ficou parecendo uma omelete. Mole, e temperado com açúcar. O cheiro tomou a casa toda, e ao invés de jogar ovos fora, vamos ter que jogar a coisa toda (só não tive coragem de fazer isso hoje, mas amanhã certamente).
Ah sim, vi o jogo também! Corinthians 1 x Santos 0, joguinho. E ainda sobrou tempo para mais cenas de violência nos estádios, no final do jogo. Culpa de diversos processos históricos fadados a se perpetuarem, e também de um juiz que quis aparecer mais que o jogo, e acabou contribuindo para a irritação dos torcedores.
No mais... Domingo...
quarta-feira, 18 de março de 2009
Quem muito fala morde a língua...
Não sei se a frase do título já é um ditado popular, mas soa como um. E como todo bom ditado, sempre chega uma hora em que você percebe o quanto ele é verdadeiro. Há alguns dias reclamei da demora para o retorno das aulas (post - Vai, não vai...). Pois bem, elas começaram! E como...
Sem que me desse conta, me vi em plena segunda-feira com muitas coisas para fazer, e outras tantas atrasadas, especialmente textos, especialmente os das matérias chatas. Para coroar a correria, veio a impossibilidade de correr: peguei uma gripe no domingo como há muito não pegava. Febre, dor na garganta e no corpo, tosse e todo o kit desgraça como diria um amigo. Só não perdi o apetite, que costuma ser o primeiro sintoma para muitas pessoas. Isso é bom pois ao me alimentar, reforço meu organismo, mas estava em um ponto de querer comer, mas não ter pique para fazê-lo.
Agora estou melhorando, e como não fui em várias aulas essas semana, os textos que estavam atrasados agora são passado. Até o fim de semana devo estar cem por cento e ai volto para a correria. Sem reclamar. Um porquê até gosto de ter várias coisas para resolver, dois porquê não quero morder a língua de novo... Dói!
Sem que me desse conta, me vi em plena segunda-feira com muitas coisas para fazer, e outras tantas atrasadas, especialmente textos, especialmente os das matérias chatas. Para coroar a correria, veio a impossibilidade de correr: peguei uma gripe no domingo como há muito não pegava. Febre, dor na garganta e no corpo, tosse e todo o kit desgraça como diria um amigo. Só não perdi o apetite, que costuma ser o primeiro sintoma para muitas pessoas. Isso é bom pois ao me alimentar, reforço meu organismo, mas estava em um ponto de querer comer, mas não ter pique para fazê-lo.
Agora estou melhorando, e como não fui em várias aulas essas semana, os textos que estavam atrasados agora são passado. Até o fim de semana devo estar cem por cento e ai volto para a correria. Sem reclamar. Um porquê até gosto de ter várias coisas para resolver, dois porquê não quero morder a língua de novo... Dói!
sexta-feira, 13 de março de 2009
Eleição para reitor
As eleições para novo reitor da UNICAMP ocorreram nos dias 11 e 12, agora. Como era fácil de prever, Fernando Costa saiu vitorioso. Os resultados das urnas mostram o quanto era fácil acertar que ele sairia vencedor: Glaucia Pastore teve mais votos que ele, se considerarmos que cada voto tem o mesmo peso. Porém, com o peso triplo dos votos dos professores, o azulzinho acabou tendo cerca de "60%" dos votos.
Fatos curiosos:
1) O candidato mais votado não será o novo reitor. Assim como Al Gore não foi, e deu no que deu.
2) Cerca de 2 mil alunos votaram. Nem 10% do total.
3) O DCE, que representa os alunos da unicamp, decidiu pelo voto nulo. Nem 10% dos alunos que votaram, seguiram o que sua assembléia geral decidiu.
4) 5.546 funcionários votaram. 3.739 na Glaucia.
Tem alguma(s) coisa(s) errada(s) nessa Universidade...
Fatos curiosos:
1) O candidato mais votado não será o novo reitor. Assim como Al Gore não foi, e deu no que deu.
2) Cerca de 2 mil alunos votaram. Nem 10% do total.
3) O DCE, que representa os alunos da unicamp, decidiu pelo voto nulo. Nem 10% dos alunos que votaram, seguiram o que sua assembléia geral decidiu.
4) 5.546 funcionários votaram. 3.739 na Glaucia.
Tem alguma(s) coisa(s) errada(s) nessa Universidade...
domingo, 8 de março de 2009
O aborto
Ainda estou pensando se devo ou não falar sobre o caso que vem tendo repercussão nacional. Uma menina de 9 anos, estuprada pelo padrasto, realizou o aborto dos gêmeos que gestava. O arcebispo de Recife e Olinda excomungou a mãe da menina e os médicos que realizaram a operação, defendo que o aborto é crime. Com a repercussão mundial, o vaticano se pronunciou, se dizendo perplexa com a situação, mas defendendo a ação do arcebispo como correta.
É óbvio que discordo da posição da igreja. Isso nem precisaria ser dito. Mas gostaria de contar uma história que ouvi: uma mulher tinha 3 filhos, um de 9, outro de 4 e um ainda de colo. Grávida do quarto filho foi ao médico pedindo pelo aborto. Disse ao médico que vivia em condições precárias e que não teria como sustentar mais um filho, que três era o limite. O médico então respondeu - Tudo bem, entendo sua situação. E olhando para as três crianças que acompanhavam a mãe, perguntou - Qual deles você quer que eu mate? A mãe ficou atônita, e enroscando nas palavras disse que não era nada disso, que apenas não poderia ter mais um filho. O médico então concluiu - Você tem 4 filhos, 3 fora, e 1 dentro. Se acredita que o máximo que pode sustentar são 3, é só escolher qual dos 4 a senhora não quer mais.
O assunto é delicado para ser tratado de forma tão curta. Existem milhões de fatores envolvidos, e que precisam ser considerados, bem sei. A história serve para esquentar a discussão, se é que é preciso esquentar o que já está há ferver.
É óbvio que discordo da posição da igreja. Isso nem precisaria ser dito. Mas gostaria de contar uma história que ouvi: uma mulher tinha 3 filhos, um de 9, outro de 4 e um ainda de colo. Grávida do quarto filho foi ao médico pedindo pelo aborto. Disse ao médico que vivia em condições precárias e que não teria como sustentar mais um filho, que três era o limite. O médico então respondeu - Tudo bem, entendo sua situação. E olhando para as três crianças que acompanhavam a mãe, perguntou - Qual deles você quer que eu mate? A mãe ficou atônita, e enroscando nas palavras disse que não era nada disso, que apenas não poderia ter mais um filho. O médico então concluiu - Você tem 4 filhos, 3 fora, e 1 dentro. Se acredita que o máximo que pode sustentar são 3, é só escolher qual dos 4 a senhora não quer mais.
O assunto é delicado para ser tratado de forma tão curta. Existem milhões de fatores envolvidos, e que precisam ser considerados, bem sei. A história serve para esquentar a discussão, se é que é preciso esquentar o que já está há ferver.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Do que importa
Ontem fui ao debate para sucessão ao cargo de reitor da UNICAMP. Depois passei o dia pensando em colocar um post aqui sobre ele. O que vi foi interessante e com certeza vale o comentário. Contudo, ocorreu algo ontem que, surpreendente para mim também, merece mais destaque nesse blog do que o debate: Ronaldo entrou em campo! (Para jogar futebol, é bom que se diga).
O debate chama a atenção pelas curiosidades envolvidas. Cheguei ao local do debate antes de todos (por sobra de tempo, não por ansiedade) e presenciei tudo, do início ao fim. No lado direito da mesa, com seus respectivos apoiadores do lado direito da platéia, estava Fernando Costa, cabelos brancos, traje tradicional e com o azul como cor de candidatura. Do lado esquerdo da mesa, e com sua gente no lado esquerdo da platéia, Glaucia Pastore, vestida de vermelho, e com vermelho no logo, falou de mudança, mas evidenciando desconhecer parte da máquina administrativa. Enquanto que o outro falava como grande conhecedor das coisas da universidade, e insistia na tradição e continuação (de algo que só ele julga estar bom).
Enfim, o debate tem conclusão simples. Um é o "mais do mesmo". Outra quer mudar, alterar o jogo de xadrez, sem saber direito o que as peças atuais fazem.
Agora, Ronaldo sim, é um acontecimento. Confesso que desacreditei quando ele chegou ao Corinthians. Achei boa jogada de marketing, mas que seria só isso. Mas ontem, me empolguei com o futebol como há muito não me empolgava. Tentei controlar, é verdade, mas não pude. Quando Ronaldo ia entrar, tomei posição melhor, sentei-me apreensivo, e não pude segurar o sorriso todas as vezes que o fenômeno tocava na bola.
E, cá entre nós, as poucas vezes que tocou, fez mais bonito do que o time todo do Corinthians vem fazendo. Craque é craque, e que ninguém ouse duvidar disso.
E que não duvide também que, nas eleições, o tucano sairá vencedor, e a vermelha sairá feliz por ter disputado.
O debate chama a atenção pelas curiosidades envolvidas. Cheguei ao local do debate antes de todos (por sobra de tempo, não por ansiedade) e presenciei tudo, do início ao fim. No lado direito da mesa, com seus respectivos apoiadores do lado direito da platéia, estava Fernando Costa, cabelos brancos, traje tradicional e com o azul como cor de candidatura. Do lado esquerdo da mesa, e com sua gente no lado esquerdo da platéia, Glaucia Pastore, vestida de vermelho, e com vermelho no logo, falou de mudança, mas evidenciando desconhecer parte da máquina administrativa. Enquanto que o outro falava como grande conhecedor das coisas da universidade, e insistia na tradição e continuação (de algo que só ele julga estar bom).
Enfim, o debate tem conclusão simples. Um é o "mais do mesmo". Outra quer mudar, alterar o jogo de xadrez, sem saber direito o que as peças atuais fazem.
Agora, Ronaldo sim, é um acontecimento. Confesso que desacreditei quando ele chegou ao Corinthians. Achei boa jogada de marketing, mas que seria só isso. Mas ontem, me empolguei com o futebol como há muito não me empolgava. Tentei controlar, é verdade, mas não pude. Quando Ronaldo ia entrar, tomei posição melhor, sentei-me apreensivo, e não pude segurar o sorriso todas as vezes que o fenômeno tocava na bola.
E, cá entre nós, as poucas vezes que tocou, fez mais bonito do que o time todo do Corinthians vem fazendo. Craque é craque, e que ninguém ouse duvidar disso.
E que não duvide também que, nas eleições, o tucano sairá vencedor, e a vermelha sairá feliz por ter disputado.
terça-feira, 3 de março de 2009
Vai, não vai...
Logo no começo do mês de Dezembro do ano passado, as férias começaram. Lá se vão três mêses, e aqui estou eu, sentado em frente ao computador, em plena terça a tarde. É bem verdade que estive fora a manhã toda, e que sairei logo mais para resolver outros tantos problemas. Mas as aulas, que deveriam começar ontem... Só amanhã.
Fui à UNICAMP. Devo ter sido o único que não sabia que não haveria aula, uma vez que me vi solitário nos arredores da sala onde deveria ter minha ansiosamente esperada aula de estatística. Não reclamo, resolvi coisas que precisavam ser resolvidas, e ainda cheguei em casa a tempo de pegar o almoço. Mas depois de três mêses, todo o Carnaval passado, e a visão de vários feriados em dias de semana pela frente, o mínimo era que as aulas começassem na data programada.
Não quero parecer "Nerd". Não estou ansioso pela volta às aulas. Mas acredito que o mínimo que devo a todos aqueles que pagam impostos, e consequentemente, meus estudos, é voltar a estudar ao menos na data prevista, considerando os três mêses ociosos, para mim, e onerosos para a população.
Fui à UNICAMP. Devo ter sido o único que não sabia que não haveria aula, uma vez que me vi solitário nos arredores da sala onde deveria ter minha ansiosamente esperada aula de estatística. Não reclamo, resolvi coisas que precisavam ser resolvidas, e ainda cheguei em casa a tempo de pegar o almoço. Mas depois de três mêses, todo o Carnaval passado, e a visão de vários feriados em dias de semana pela frente, o mínimo era que as aulas começassem na data programada.
Não quero parecer "Nerd". Não estou ansioso pela volta às aulas. Mas acredito que o mínimo que devo a todos aqueles que pagam impostos, e consequentemente, meus estudos, é voltar a estudar ao menos na data prevista, considerando os três mêses ociosos, para mim, e onerosos para a população.
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