quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Poema

Ouço-lhe,
como quem ouve a verdade final.
Mergulho em cada frase sua,
e emerjo sempre em dúvida.
Se brinca, ou se fala sério,
se me ama ou me odeia.
Mas, me pergunto agora...
Quando mergulho, o que trago?
Trago aquilo que ali você pôs,
ou o que ali fui buscar?

Flávio C. Ferreira

Um comentário:

  1. Eu já tinha visto este poema...
    (Obs: muito construtivo o meu comementário)

    ResponderExcluir