
Ontem fomos ao II Festival Paulínia de Cinema. Sem muita fé na programação, confesso que esperava bem pouco do evento. Mas o que encontrei lá não apenas superou minhas expectativas, como também me surpreendeu positivamente.
Com o necessário glamour do cinema, a entrada do Theatro Municipal de Paulínia, que já é bastante luxuosa, estava precedida pelo característico tapete vermelho. Ainda que com as luzes e holofotes apagados e as arquibancadas vazias, a sensação de atravessar o tapete vermelho foi interessante. Dentro do teatro, magnífico por sinal, foi colocada uma grande tela de cinema, onde os filmes são projetos, com grande qualidade.
Foi ai que começou o que eu realmente não esperava, primeiro pela produção de algumas pessoas, que não dispesaram o vestido longo e o terno. Mas o mais legal foi que os filmes, antes de serem passados, eram apresentados, e diretor e equipe subiam ao palco para falar um pouco de sua produção. Muito interessante! Inclusive, no último filme da noite, acabamos sentando na fileira de trás de onde fiou toda a equipe do filme, entre ela a cantora Leilah Moreno, que provou que o tamanho do decote é inversamente proporcional a qualidade como atriz (ela estava com um decotão...)
Mas o mais legal mesmo foi vivenciar esse Festival. Se Paulínia pretende que ele se torne importante no cenário brasileiro com o passar dos anos, está começando muito, muito bem!
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